sexta-feira, 7 de novembro de 2008


Todo mundo só fala em Obama, mas hoje eu penso em Bush. Bush nos fez um grande bem, porque a história marcha por linhas tortas e Bush tortamente mudou a consciência americana.
Bush fez a síntese, a maquete de todos os vícios da velha direita. Bush errou tanto que virou um progresso. Mas em verdade vos digo que antes de Bush a América jamais teria escolhido um homem como Obama.
A direita americana era difusa, disfarçada de patriotismo, defensora de valores fundamentais. Com Bush tudo ficou visível a olho nu, desmascarando os fascistinhas republicanos.
Foi preciso Bush invadir o Iraque para aparecem os interesses do petróleo atrás da guerra. Foi preciso Bush combater a política ecológica para entenderem a importância da natureza. Foi preciso a estupidez de oito anos para valorizarem a inteligência e a razão.
Com a sua defesa de dogmas velhos, Bush botou multidões de jovens na rua votando. Buh teve um papel parecido com o de Collor no Brasil. Collor praticou as piores tramóias e nos fez desejar a mudança com Fernando Henrique e Lula.
Nada como um bom reacionário para estimular o progresso, portanto, obrigado Bush por eleger Obama. O preço foi altíssimo, mas a vida é assim e a história também. Mudança custa caro.


Definitivamente concordo com Arnaldo!


E seguindo essa operação lógica discursiva e mental, digo certamente que Joinville vai pagar muito caro durante 4 anos.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Que mundo é esse?

- Esse guri tem um rosto tão bonito, né? Cada detalhe é perfeitinho, impressionante!
- Está olhando pra ti, viu? Alguma coisa pode rolar, não?
- Ai, credo! Se ele fosse branco...

Meu Deus, gente, que mundo é esse onde (não) vivemos?
Pessoas assim deveriam morar em jaulas e jamais comparadas com animais.
Abominar-te-ei, como fizeste.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Tola

Não aguento mais.


Há momentos difíceis pela vida
Que a gente pensa em desistir
Jogar tudo pro alto
E pegar mundo afora
E sumir
Não há muito o que recordar
Se a sua família sempre lhe rejeitou
Condenando seus atos e velhacos amigos
Nunca lhe reparou
Será o estresse que desce nas veias dos corações
Ou é uma prece que tece a teia de novas paixões
Das bandeiras perdidas
Rasgadas nos mastros das religiões
Que são guardiões da culpa, da dor!
Eu sei que o que você precisa
Nesse momento é de muito dinheiro
Pra pagar suas contas e dívidas
Com a vida e com Deus
Mas não são os meus pecados
Que irão lhe absolver
É muito mais a idéia
De enfrentar o problema e de resolver
Não vou cometer um erro banal
Pra te convencer, eu quero é poder!
Poder infinito de te conhecer
Você é a única coisa que eu quero
Nesse mundo vão
Me dê sua mão, a voz, já vou!